Informações desorganizadas geram pontos cegos na gestão de frotas e impedem que a operação flua com eficiência e sustentabilidade econômica
A gestão de frotas evoluiu e o gestor de frotas precisa ser um profissional cada vez mais estratégico e analítico. Quando os dados da frota vivem em planilhas desatualizadas, e-mails ou cadernos, decisões importantes acabam sendo tomadas tardiamente ou de maneira equivocada.
O gestor de frotas precisa de previsibilidade, não dá para esperar os problemas aparecerem. Ter uma visão de longo prazo da operação facilita tarefas do dia a dia como a manutenção preventiva dos veículos no prazo correto, mas também decisões de maior impacto, como a renovação de frota, seleção de fornecedores e alocação de recursos.
Por que centralizar os dados da frota é um passo tão importante para melhorar a gestão?
O papel de empresas como a VEC Fleet é oferecer a tecnologia necessária para a centralização de dados na gestão de frotas. “Centralizar significa que o gestor pode ver em um único lugar o estado operacional de cada veículo, seus próximos vencimentos, seu histórico de gastos e seus alertas ativos. Essa visão unificada reduz o tempo de reação, elimina duplicações e possibilita o controle real”, destaca Leandro Mataloni, diretor comercial da VEC Fleet.
Quando o gestor tem o controle da sua operação em uma única interface a tomada de decisão fica muito mais descomplicada. O gestor passa de reativo a proativo, como exemplifica Leandro Mataloni: “um exemplo claro é a decisão de renovação de frota. Com dados consolidados na VEC Fleet, o gestor pode ver o gasto total por veículo (manutenção, combustível, infrações) cruzado com o ano de fabricação e os qui lômetros rodados. Se um modelo específico concentra 40% dos tickets corretivos e seu custo por qui lômetro supera a média da frota, a decisão de desativar essas unidades têm respaldo quantitativo”.
Inteligência Artificial: o copiloto do gestor de frotas
Se a centralização de dados é a base fundamental para a organização, a Inteligência Artificial é o motor da antecipação. Dentro do ecossistema da VEC Fleet, por exemplo, a tecnologia deixa de ser uma ferramenta de registro para se tornar uma ferramenta essencial na antecipação de cenários.
A manutenção preventiva é o caso mais direto. A tecnologia da VEC Fleet calcula a média diária de quilômetros de cada unidade e projeta quando chegará à quilometragem do próximo serviço, disparando um alerta automático com a antecedência configurada. O mesmo se aplica aos vencimentos de documentação: o sistema notifica antes que vença uma vistoria, um seguro ou uma licença. E no combustível, detecta anomalias, como um abastecimento que supera a capacidade do tanque e pode ser um sinal de fraude.
Potencializando essa visão estratégica, a VEC Fleet apresenta a ERIC AI, um copiloto de inteligência artificial desenhado para elevar a produtividade por meio de cinco funções integradas. O assistente t já atua simplificando a interação com a plataforma, respondendo dúvidas em linguagem acessível. Em breve, a função coordenador assumirá a autonomia dos agendamentos com oficinas, enquanto a função de inspetor utilizará visão computacional para detectar danos em inspeções instantaneamente. Para análise de dados, o analista traduzirá perguntas complexas do cotidiano em insights precisos, e o auditor automatizará a validação rigorosa de documentos e licenças. “A ERIC não substitui o gestor, mas elimina o trabalho administrativo e amplia a sua capacidade de decisão”, reforça Leandro Mataloni, diretor comercial da VEC Fleet.
O futuro da gestão de frotas pertence àqueles que compreendem que o valor real não está nos dados isolados, mas na capacidade de traduzi-los em decisões que garantem eficiência, segurança e longevidade para a operação. A tecnologia já fornece as respostas, o sucesso depende do uso estratégico das soluções disponíveis no mercado.