Com aluguel de móveis corporativos para ambientações flexíveis, a John Richard está reinventando o conceito de ambiente de trabalho no Brasil
Compartilhar não é um conceito novo. Pegar carona, dividir quarto, emprestar as anotações da aula: nada disso é revolucionário. Então, por que razão o termo “Economia Colaborativa” tem sido tão discutido pelos pensadores e empreendedores? Porque mais do que nunca esse conceito transcende as relações pessoais e passa a fazer parte do universo corporativo. A novidade não está na atitude de compartilhar e sim, na mudança na forma de fazer negócio, transformando o conceito em uma atividade econômica rentável. É o caso do Uber, o aplicativo que conecta pessoas a um motorista particular, que utiliza seu veículo próprio para realizar serviços semelhantes ao táxi. Ou a rede Airbnb, site onde pessoas alugam quartos na própria casa para viajantes.
Ao locar mobiliário flexível para empresas, a John Richard sempre esteve à frente do tempo quando, 20 anos atrás, identificou que a Era do alto consumo estava perdendo espaço para a Era do consumo consciente e compartilhado, e que esse novo comportamento refletia diretamente no ambiente corporativo: “Os espaços de trabalho sempre acompanharam mudanças corporativas, obviamente, mas também comportamentos sociais. Por exemplo, as paredes dos escritórios individuais caíram com o avanço do compartilhamento e o aumento da colaboração. Empresas que atuam por projetos, que usam metodologias ágeis e têm foco em inovação priorizam mais áreas comuns, open spaces e posições que incentivam cocriação”, explica Pamela Paz, diretora geral da marca.
Com foco em solucionar necessidades de mobiliário que se adequem aos novos ambientes de trabalho, a John Richard tem uma filosofia que vai além de alugar móveis. “Acredito que tudo está convergindo e fazendo com que o “ter” não faça sentido em inúmeras situações. No nosso dia a dia, notamos o quanto as empresas se movimentam e como isso seria inviável (no mínimo, muito lento e complicado) sem a locação de mobiliário. Está no nome, cadeiras e mesas são móveis, por que imobilizá-los? A rapidez e a conveniência da locação, em todos os segmentos, não apenas móveis, permitem foco no core business e ganho de performance”, reforça a diretora.
Se a fórmula da economia colaborativa e compartilhada têm dado certo? Os números provam que sim (e muito!). No último ano, o Uber obteve uma valorização de negócio em mais de 60 bilhões de dólares. Com o Airbnb não foi diferente: em 2016, a rede de hospedagem obteve um valor mais elevado do que as maiores redes de hotéis no mundo, chegando a valer 30 bilhões de dólares.
No caso da John Richard, o futuro também se mostra promissor. De acordo com Pamela, o crescimento dos coworkings, home offices e anywhere offices é mais uma prova de que empresas e pessoas precisam de flexibilidade e agilidade para trabalhar. “Para o futuro, enxergamos cada vez mais espaços de trabalho flexíveis às mudanças, afinal, as transformações são mais velozes a cada dia”, conclui ela.